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Desde que Temer assumiu o governo, o trabalhador brasileiro vem sendo “bombardeado” por propagandas e informações nos jornais de um suposto sacrifício (por meio de “reformas”) em nome da reestruturação econômica do país. Mas a verdade parece estar vindo à tona. O Jornal Folha de SP reconheceu, recentemente, as consequências da deforma trabalhista para a Previdência Social.

 

Um dos maiores jornais do país, a Folha de SP, publicou ontem,17, uma matéria em que evidencia o atual momento de “reformas”. De acordo com a reportagem, as mudanças no mercado de trabalho brasileiro estão ampliando a fatia dos "sem previdência" e contribuindo para o rombo no sistema de aposentadorias e pensões.

 

Primeiro quiseram nos iludir com a necessidade de mudanças nas relações de trabalho, depois o governo Temer quis nos fazer engolir a história do rombo da previdência. Mas uma reforma afeta a outra e, portanto, há muitas fragilidades nos remédios indicados pelo presidente não eleito.

 

A matéria da Folha traz dados sobre a realidade da Previdência: “Os números do INSS mostram que vêm minguando os contribuintes assalariados de maior renda. De 1996 a 2015, o contingente dos que recebem acima de sete salários mínimos (equivalente a R$ 6.559 em 2017) encolheu 14%. Numa faixa superior, a dos que ganham mais de 15 salários mínimos, a redução foi mais que o dobro: 33%.

 

Isso significa que um número menor de pessoas paga contribuições mais altas, num sistema em que, ano a ano, as despesas crescem em velocidade superior à das receitas. Um dos principais motivos para o ‘sumiço’ dos contribuintes assalariados com valor mais alto é que eles estão virando empresas, dizem economistas, num movimento que vem se agravando.”

 

Isso se deve à pejotização, um dos itens apoiados pela deforma trabalhista. Nesta relação, os empregadores pagam menos contribuição sobre a folha de salários, e os contratados menos Imposto de Renda. A tendência é de que o número de contribuintes caia ainda mais.

 

As deformas querem retirar direitos e destruir a previdência. E a verdadeira face das mudanças tão equivocadas do governo está aparecendo.

 

NENHUM DIREITO A MENOS!

 

 

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