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O atual momento é muito delicado e exige que a sociedade se una em nome da democracia que nos permite expressar as mais distintas opiniões livremente, sermos reconhecidos como cidadãos e elegermos (todos e todas) os nossos representantes por meio do voto.

 

Portanto, é hora de refletir com muito critério em quem votar e se blindar das notícias falsas (fake News). De um lado podemos continuar livres e iguais, com nossos direitos preservados. Mas, do outro, encontra-se o controle ditatorial, sem liberdades e direitos. Ao analisar as propostas dos dois candidatos à presidência, é fácil identificar quem está do lado dos trabalhadores.

 

O candidato Fernando Haddad traz em seu plano de governo, entre outras questões pertinentes, como:

 • o compromisso de anular a PEC do teto dos gastos (que corta investimentos em saúde e educação por 20 anos);

• revogar a reforma trabalhista (que está acabando com muitos direitos), a reforma da previdência e a reforma do ensino médio;

• aperfeiçoar a política de valorização do salário mínimo;

• promover a universalidade, a integralidade e a intersetorialidade dos direitos humanos e a garantia de dar voz aos que lutam por seus direitos e que têm sido historicamente silenciados.

 

Na outra ponta, encontra-se o candidato de extrema direita, Bolsonaro. Ele afirma em seu plano de governo:

• criar uma carteira de trabalho na qual prevaleceria a “negociação” direta do trabalhador com o patrão (desconsiderando a legislação trabalhista), o que contribuirá para a morte da CLT;

acabará com a UNICIDADE SINDICAL e com qualquer forma de ATIVISMO (ou seja, censura).

enfraquecerá financeiramente toda a estrutura sindical

 

O documento de Bolsonao ainda diz que “as reformas serão necessárias” e ele já declarou que gerará empregos cortando direitos (o que já sabemos que não funciona, pois a reforma trabalhista já provou isso);

 

O vice dele afirmou que cortarão o 13º salário e adicional de férias; ele é favorável à privatização de estatais (entrega de recursos estratégicos para o capital estrangeiro); armará a população (branca e rica) e promoverá o encarceramento em massa (de pretos e pobres).

 

Não há mais chances de se colocar contra o partido X ou Y. Este é o momento de pensar no que é essencial para que o país continue a se desenvolver e a caminhar para frente. O discurso de ódio fará com que o Brasil retroceda séculos na história. O cenário com o candidato de extrema direita será de “faxina” para limpar o Brasil de pessoas que discordam dele. Ou seja, mesmo quem votar nele e não gostar de alguma medida de seu governo será CALADO, como ele mesmo declarou em um vídeo no último domingo, dia 21.

 

Outro indício de que o cenário será de ditadura com o candidato do PSL é o slogan de sua campanha: “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”, que foi inspirada na frase usada durante o nazismo de Hitler. A referência do candidato está em um dos maiores genocídios da história da humanidade, em que Hitler matou milhões de pessoas. As declarações do Vice (Mourão) e de seu filho (que desrespeitou em relação à última instância do poder Judiciário) também apontam o caminho de um governo que calará a voz dos cidadãos.

 

O candidato do PSL diz que não é responsável por qualquer ataque de seus eleitores a pessoas que pensam diferente deles. Na verdade, com discursos de ódio que inflamam a população, a responsabilidade é totalmente dele! Se na vida colhemos o que plantamos, se semearmos tortura, ataque, desrespeito, tiro e ódio acima de tudo, o que haveremos de colher, amor? Não mesmo!


 

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