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A comissão de negociação da FENATTEL se reuniu com a Claro, ontem, para tratar do não pagamento pela empresa do adicional de periculosidade aos trabalhadores em condições de risco. A empresa alegou que entende não haver necessidade de pagar o adicional, pois não há riscos aos trabalhadores.

 

Diante da dificuldade de diálogo sobre a questão, a Comissão insistiu em encontrar uma solução negociada para o fato. A empresa, contudo, continua se negando a reconhecer que há condições de risco que demandam o pagamento do adicional.

 

Como a empresa não quer facilitar, a presidência da FENATTEL orienta que os sindicatos filiados construam as condições para buscar o necessário amparo judicial que assegure o pagamento da periculosidade, em atenção aos riscos a que se submetem diariamente os trabalhadores no desempenho de suas atividades.

 

A Fenattel também cobrou explicações sobre os modelos de pagamento de remuneração variável, que resulta em condições e premiações diferentes; e reivindicou o cumprimento da cláusula do instrumento coletivo de trabalho que trata da realização de estudos de prevenção de acidentes e doenças, que é de extrema importância.

 

#NenhumDireitoAMenos

 

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